Simplemente acontece...um turbilhão de pensamentos que tenta moer a minha existência. Nem pede autorização. Entra e tenta fazer aquilo que sabe fazer melhor: desmoronar o que foi construído, sentido, experienciado e estabilizado. Não tem piedade e quer-me mostrar que falhar é uma possibilidade que me vai sempre acompanhar. Não quero sentir simpatia por este turbilhão, nem quero deixá-lo comigo durante muito tempo. Só quero que este saia. Desaparece e deixa a minha vida. Larga-me para que eu possa volta àquilo que me faz continuar. Depois da rebeldia destes pensamentos ter passado por mim vejo que fui eu que abri a porta. Só eu é que posso fazer isto, só eu é que permiti isto.
Fechei a porta e apercebi-me que foi apenas uma passagem.
Sunday, January 24, 2010
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